sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Recursos naturais

O Brasil possui nove ecossistemas, compostos por uma fauna e flora diversificadas, presentes em seu território. A Mata Atlântica já ocupou cerca de 50% de todo território brasileiro antes de ser devastada. Hoje somente 10% desse ecossistema que um dia predominou o país ainda sobrevive.A exploração desenfreada de recursos naturais em todo mundo é motivo de preocupação para ONGs (Organizações Não Governamentais) e estudiosos. Muitos dos recursos explorados não são renováveis ou carecem de um tempo maior para se recuperarem do que permite a exploração descontrolada. Inúmeras espécies já foram extintas e muitas ainda correm o risco de desaparecer.
A água
Outra preocupação alarmante é a escassez de água em todo o mundo. Atualmente, estima-se que um bilhão de pessoas não tenham acesso a água potável. Em 2025, dois terços da população mundial não deverão ter acesso a água adequada para consumo se nenhuma medida de preservação e manutenção das nascentes e rios não forem tomada.Atualmente o dia mundial da água é celebrado por diversos países. A medida busca atingir toda população mundial, visando práticas de consumo consciente. O Brasil possui a maior reserva de água doce no mundo, e mesmo assim milhares de brasileiros não têm acesso a água potável. A produção agrícola crescente e o aumento populacional são os principais fatores que levarão à escassez da água em todo o mundo.

Pobreza no Brasil



Diariamente todos os brasileiros convivem e visualizam os resultados decorrentes da pobreza, na qual a maioria da população nacional se encontra, os meios de comunicação (revistas, jornais e rádio) divulgam os imensos problemas provenientes de uma sociedade capitalista dividida em classes sociais.
Uma parcela da população acredita que a condição de miséria de milhares de pessoas espalhadas pelo território brasileiro é causada pela preguiça, falta de interesse pelo trabalho, acomodados à espera de programa sociais oferecidos pelo governo, em suma, acham que só não trabalha quem não quer, no entanto, isso não é verdade.
Nas últimas décadas, o desemprego cresceu em nível mundial paralelamente à redução de postos de trabalho, que diminuiu por causa das novas tecnologias disponíveis que desempenham o trabalho anteriormente realizado por uma pessoa, a prova disso são os bancos que instalaram caixas de auto-atendimento, cada um desses corresponde a um posto de trabalho extinto, ou seja, milhares de desempregados, isso tem promovido a precarização dos vínculos de trabalho, isso quer dizer que as pessoas não estão garantidas em seu emprego e todos buscam uma permanência no mesmo, antes a luta principal era basicamente por melhorias salariais, atualmente esse contexto mudou.


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FONTES DE ENERGIA

As fontes de energia no BrasilAs principais fontes de energia do Brasil são: petróleo, água, carvão mineral, lenha e carvão vegetal, álcool, xisto e a energia nuclear.A fonte de energia mais importante para o Brasil é o petróleo, que existe em quantidade insuficiente no país – apesar de algumas descobertas recentes dessa riqueza mineral. Mais de 40% do total do petróleo que consumimos é importado. Esse combustível fóssil responsável por cerca de 35% do consumo nacional de energia. O gás natural, que normalmente surge associado ao petróleo em certos terrenos sedimentares, participa com 0,6% desse consumo, sendo todo ele produzido internamente.A energia hidráulica, que representa 32,5 % do consumo energético do país, ainda é sub aproveitada: apenas 25% do potencial hidro elétrico foi aproveitado até 1990 para a obtenção de energia elétrica. Restam 75% do potencial hidráulico dos rios brasileiros a serem aproveitados como fontes de energia. Mas no tocante à produção de eletricidade, a fonte hidráulica ganha longe das demais: cerca de 93% da energia elétrica do país provém de usinas hidro elétricas e apenas 7% é fornecido por usinas termelétricas.As fontes de energia, assim como todos os recursos naturais que homem utiliza, podem ser de dois tipos: as renováveis, isto é, que podem ser aproveitadas indefinidamente, tais como a biomassa, a energia hidráulica, a solar, os ventos, etc; e as não-renováveis, constituídas pelos recursos que existem em quantidade limitada no planeta e tendem esgotar-se, como é o caso do petróleo, do carvão mineral, do urânio, e do xisto betuminoso.As fontes de energia não-renováveis portanto, apresentam problema de se esgotarem completamente daqui a algumas décadas ou séculos. Além disso, normalmente elas provocam maior poluição que as fontes renováveis. Os combustíveis fósseis, tais como o petróleo e ocarvão, são os mais poluentes de todos, tendo uma grande parte de responsabilidade pela poluição atual dos oceanos, da atmosfera, dos solose rios.

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Desconcentração da Industria no Brasil

 DESCONCENTRAÇÃO DA INDÚSTRIA NO BRASIL

Na década de 1970, a região metropolitana de São Paulo representava quase a metade (45%) do valor da produção industrial no país. Cada vez mais evidente que a concentração industrial na metrópole paulista reproduzia e aprofundava as desigualdades inter-regionais, motivando uma intensa dinâmica migratória. Segundo a Fundação Seade, entre 1970 e 1980, o saldo migratório foi positivo de dois milhões de pessoas, e como consequência dessa migração aconteceu o que Milton Santos chamou de “ macrocefalia “, caracterizada pelo rápido e desordenado crescimento das cidades, gerando uma série de problemas sócio-espaciais. 

Diante desses problemas regionais e sócios espaciais no território brasileiro devido á concentração do processo industrial na região metropolitana de São Paulo, o planejamento estatal desenvolveu, na década de 1970, vários incentivos fiscais para a desconcentração industrial. Porém é apenas na década de 1990 que a desconcentração industrial no país ganha força, recebendo apoio econômico e técnico cientifico, sem deixar de lado as mudanças constitucionais de 1988 - que concederam aos estados e municípios maior autonomia na definição dos impostos cobrados às empresas.
Esse processo de desconcentração acabou gerando o que os geógrafos chamam de "Guerra dos Lugares", ou seja, uma disputa entre estados e municípios, com a intenção de atrair grandes empresas a partir da diminuição ou isenção de impostos. Entretanto não é correto afirmar que tais procedimentos desencadearam um processo de desindustrialização da Grande São Paulo. Além de concentrar, em 1990, 31% do valor da produção industrial, a metrópole acabou se especializando em atividades mais complexas e competitivas.

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Industrialização do Brasil

Quando se fala em industrialização do Brasil é bom ressaltar que tal processo não ocorreu em nível nacional, uma vez que a primeira região a se desenvolver industrialmente foi a Região Sudeste.
A industrialização brasileira nesse período estava vinculada à produção cafeeira e aos capitais derivados dela. Entre o final do século XIX e as primeiras décadas do século XX, o café exerceu uma grande importância para a economia do país, até porque era praticamente o único produto brasileiro de exportação. O cultivo dessa cultura era desenvolvido especialmente nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e algumas áreas de Minas Gerais.
Após a crise que atingiu diretamente os cafeicultores, esses buscaram novas alternativas produtivas, dessa maneira, muitas das infraestruturas usadas anteriormente na produção de transporte do café passaram, a partir desse momento, a ser utilizadas para a produção industrial.
Diante desse processo, a indústria brasileira começou a diversificar, no entanto, limitava-se somente à produção de produtos que empregavam pouca tecnologia, como setor têxtil, alimentício, além de fábricas de sabão e velas.
Vários foram os fatores que contribuíram para a intensificação da indústria brasileira, entre os principais estão: crescimento acelerado dos grandes centros urbanos graças ao fenômeno do êxodo rural, promovido pela queda do café. A partir dessa migração houve um grande aumento de consumidores, apresentando a necessidade de produzir bens de consumo para a população.
Outro fator importante para a industrialização brasileira foi a utilização das ferrovias e dos portos, anteriormente usados para o transporte do café, passaram a fazer parte do setor industrial. Além desse fator, outro motivo que favoreceu o crescimento industrial foi a abundante quantidade de mão de obra estrangeira, sobretudo de italianos, que antes trabalhavam na produção do café.
Um dos fundamentais elementos para a industrialização brasileira foi a aplicação de capitais gerados na produção de café para a indústria, a contribuição dos estrangeiros nas fábricas, como alemães, italianos e espanhóis.

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Regiões Metropolitanas

Atualmente no Brasil há 61 regiões metropolitanas, distribuídas por todas as grandes regiões do país, e definidas por leis federais ou estaduais. A criação de uma região metropolitana não se presta a uma finalidade meramente estatística; o principal objetivo é a viabilização de sistemas de gestão de funções públicas de interesse comum dos municípios abrangidos. Todavia, no Brasil, as regiões metropolitanas não possuempersonalidade jurídica própria, nem os cidadãos elegem representantes para a gestão metropolitana.
Segundo dados do IBGE, as "12 redes metropolitanas de primeiro nível" são as seguintes: BelémBelo HorizonteCuritibaFortalezaGoiâniaManausPorto AlegreRecifeRio de JaneiroSalvador e São Paulo. Também é acrescentada a RIDE de Brasília, como sendo a "13ª rede metropolitana de primeiro nível". A RIDE de Brasília é uma região metropolitana de abrangência interestadual.

As regiões metropolitanas de primeiro nível são praticamente as mesmos de 40 anos atrás, excetuando-se Brasília e Manaus - que exercem influência sobre uma das maiores área percentuais: 19% da área do país, e de menor densidade: 2,2 hab./km², correspondendo a 1,9% da população do País e 1,7% do PIB nacional, no entanto, além destas concentrarem a maior parte da população e do PIB de suas redes urbanas (respectivamente 47,3% e 75,5%), mostrando uma grande disparidade no PIB per capita das cidades-polos em relação ao conjunto dos municípios das redes metropolitanas.1

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Problemas Sociais do Brasil

Problemas sociais do Brasil
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Os problemas sociais do Brasil podem ser compreendidos com o auxílio e interpretação de indicadores sociais. Houve uma evolução positiva destes indicadores na última década, especialmente em relação ao aumento da expectativa de vida, queda da mortalidade infantil, acesso a saneamento básico, coleta de lixo e diminuição da taxa de analfabetismo. Apesar da melhora desses índices, há nítidas diferenças regionais, especialmente em relação ao nível de renda.1

Os problemas sociais ficam claros, sobretudo, com o IDH, o qual o Brasil, entre 187 nações e territórios, fica na 84ª posição de acordo com dados de 2011 divulgados pela ONU,2 embora tenha a sexta economia do mundo.3

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Fontes de Energia

Energia renovável no Brasil
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As energias renováveis no Brasil representaram mais de 85,4% da energia produzida internamente e utilizada no Brasil, segundo dados preliminares do Balanço Energético Nacional 2009, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).1 Após os choques do petróleo de 1970, o Brasil passou a se concentrar no desenvolvimento de fontes alternativas de energia, principalmente o etanol. Suas grandes fazendas de cana-de-açucar ajudaram muito nesse processo. No ano de 1985, 91% dos carros produzidos funcionavam em etanol de cana. Hoje, o país manteve o índice. Esta é uma grande conquista, considerando que outros países no mundo ainda dependem muito do petróleo.2

O Brasil realizou o seu primeiro leilão de energia eólica em 2009, em um movimento para diversificar a sua matriz de energia. As empresas estrangeiras estão se esforçando para participar. No início desta década, uma grande seca no Brasil limitou água às barragens hidroelétricas do país, causando uma grave escassez de energia. A crise, que devastou a economia do país e levou ao racionamento de energia elétrica, ressaltou a necessidade premente do país em diversificar suas fontes de energia. A licitação deve levar à construção de dois gigawatts de produção de energia eólica com um investimento de cerca de US$ 6 bilhões, nos próximos dois anos. O Brasil dispõe da hidroeletricidade para mais de 3/4 de sua matriz energética, mas as autoridades estão incentivando as energias de biomassa e eólica como alternativas primárias. O maior potencial de energia eólica no Brasil é durante a estação seca, por isso esse tipo de energia é excelente contra a baixa pluviosidade e a distribuição geográfica dos recursos hídricos existentes no país. O potencial técnico do Brasil para a energia eólica é de 143 gigawatts. A Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) e o governo definiram uma meta de alcançar 10 gigawatts de capacidade de energia eólica até 2020, dos atuais 605 megawatts, com outros 450 megawatts em construção. A indústria espera que o leilão ajude a lançar o setor da energia eólica, que já responde por 70% do total em toda a América Latina.3 Em 2012, o setor cresceu, conquistando dois pontos percentuais na matriz energética, empatando com a energia termoelétrica. Segundo a presidente da Abeeólica, Elbia Melo, a previsão para 2016 é de que a fonte eólica represente 5,5% da matriz elétrica brasileira.

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Concentração de Renda

Concentração de renda
Concentração de renda é o processo pelo qual a renda, proveniente de lucro, de salário, de aluguéis (como os juros oligopolísticos) - e de outros rendimentos, converge para uma mesma empresa, região ou grupo privilegiado de pessoas
Um dos métodos usados para se medir a concentração de renda é medir quanto o grupo formado pelos 10% mais ricos da população recebe em comparação ao grupo dos 10% mais pobres, conhecido como P90/P10 ou 10% mais ricos a 10% mais pobres.1 Outros índices muito conhecidos são o Coeficiente de Gini e o Índice de Theil.
Pelo critério P90/P10, o país com a menor concentração de renda do mundo é o Japão, a segunda maior potência econômica do planeta, com 4,23. O Japão tem um Coeficiente de Gini de 24,9 perdendo apenas para a Dinamarca, cujo coeficiente é de 24,7.
Dentre os países desenvolvidos, a maior concentração de renda está nos EUA 15,57, seguido pela França, com 9,1 (pelo critério P90/P10).

No Brasil a concentração de renda é tão intensa que o índice P90/P10 está em 68 (2001). 2 Ou seja, para cada Dólar que os 10% mais pobres recebem, os 10% mais ricos recebem 68. O Brasil ganha apenas da GuatemalaSuazilândiaRepública Centro-AfricanaSerra LeoaBotsuanaLesoto e Namíbia.


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AGRICULTURA NO BRASIL


Agricultura no Brasil
agricultura no Brasil é, historicamente, umas das principais bases da economia do país, desde os primórdios da colonização até oséculo XXI, evoluindo das extensas monoculturas para a diversificação da produção. A agricultura é uma atividade que faz parte do setor primário onde a terra é cultivada e colhida para subsistência, exportação ou comércio.
Inicialmente produtora de cana-de-açúcar, passando pelo café, a agricultura brasileira apresenta-se como uma das maiores exportadoras do mundo em diversas espécies de cereaisfrutas, grãos, entre outros.
Desde o Estado Novo, com Getúlio Vargas, cunhou-se a expressão que diz ser o "Brasil, celeiro do mundo" - acentuando a vocação agrícola do país.4
Apesar disto, a agricultura brasileira apresenta problemas e desafios, que vão da reforma agrária às queimadas; do êxodo rural ao financiamento da produção; da rede escoadora à viabilização econômica da agricultura familiar: envolvendo questões políticas, sociais, ambientais, tecnológicas e econômicas.
Para Norman BorlaugNobel da Paz de 1970, em visita ao Brasil em 2004, o país deve se tornar o maior destaque na agricultura. Enquanto os Estados Unidos já exploram toda a sua área agricultável, o Brasil ainda dispõe de cerca de cento e seis milhões de hectaresde área fértil a expandir - um território maior do que a área de França e Espanha somadas. 5
Segundo resultados de pesquisa feita pelo IBGE, no ano de 2008, apesar da crise financeira mundial, o Brasil teve uma produção agrícola recorde, com crescimento na ordem de 9,1% em relação ao ano anterior, motivada principalmente pelas condições climáticas favoráveis. A produção de grãos no ano atingiu a cifra inédita de cento e quarenta e cinco milhões e quatrocentas mil toneladas.2
Essa produção foi a maior já registrada na história; houve aumento, em relação ao ano anterior, de 4,8% da área plantada que totalizou sessenta e cinco milhões, trezentos e trinta e oito mil hectares. A safra recorde rendeu cento e quarenta e oito bilhões de Reais, tendo como principais produtos o milho (com crescimento de 13,1%), a soja (crescimento de 2,4%).2nológicas e econômicas.
Para Norman BorlaugNobel da Paz de 1970, em visita ao Brasil em 2004, o país deve se tornar o maior destaque na agricultura. Enquanto os Estados Unidos já exploram toda a sua área agricultável, o Brasil ainda dispõe de cerca de cento e seis milhões de hectaresde área fértil a expandir - um território maior do que a área de França e Espanha somadas. 5
Segundo resultados de pesquisa feita pelo IBGE, no ano de 2008, apesar da crise financeira mundial, o Brasil teve uma produção agrícola recorde, com crescimento na ordem de 9,1% em relação ao ano anterior, motivada principalmente pelas condições climáticas favoráveis. A produção de grãos no ano atingiu a cifra inédita de cento e quarenta e cinco milhões e quatrocentas mil toneladas.2

Essa produção foi a maior já registrada na história; houve aumento, em relação ao ano anterior, de 4,8% da área plantada que totalizou sessenta e cinco milhões, trezentos e trinta e oito mil hectares. A safra recorde rendeu cento e quarenta e oito bilhões de Reais, tendo como principais produtos o milho (com crescimento de 13,1%), a soja (crescimento de 2,4%).2



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Desigualdade Regional,Cidade e Estado

O crescimento do no sso pais tem gerado condições extremas de desigualdade que se manifestam no meio rural e urbano.Nao existe so desigualdade racial,classe social existe tambem desigualdade entre as regiões,cidades e estados.
Podemos tomar como exemplo a região nordeste,onde a maioria das pessoas sobrevivem em condições precarias,e tem familias que sobrevivem com apenas meio salario.
Na classificação do IDH o Nordeste com exceção de Sergipe aparece em ultimo lugar.
                                                 (Thais Fernandes Lima)

Post:Thais Fernandes Lima                    T=205

Urbanização Brasileira

A urbanização Brasileira ocorre de uma forma muito rapida,com  a saida das pessoas que vivem no campo e se mudam para a cidade em busca de uma vida melhor.O crescimento do Brasil causou o surgimento de varias cidades e com isso foram surgindo novas industrias e abertas novas vagas de emprego atraindo as pessoas que vivem no campo para a cidade.
A falta de planejamento e o crescimento acelerado das pessoas que vem da zona rural,trouxeram varios problemas,como:saneamento basico,falta de moradias,poluição ambiental,industrias,violencia e diversos outros fatores que resultam em um ma qualidade de vida a população.

Post:Thais Fernandes Lima                        T=205

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

exclusao social


Sendo a pobreza e a exclusão social situações multidimensionais e passíveis de mudança em função de diversidades regionais, de fatores culturais, das condições da economia e do momento histórico, fica difícil defini-las coerentemente para todos os casos. No entanto, será apresentada uma breve definição de ambas.
Uma família é considerada pobre quando a soma de seus rendimentos é insuficiente para suas necessidades básicas –alimentação, saúde, educação, moradia e transporte, entre outras necessidades fundamentais. No Brasil, tal questão é associada ao valor do salário mínimo, ou seja, são consideradas pobres aquelas famílias cuja renda mensal é inferior a meio salário mínimo por pessoa.
Segundo dados, com base nos critérios descritos anteriormente, em 2002 no Brasil cerca de 49 milhões de pessoas e 10 milhões de domicílios podiam ser considerados pobres, o que equivale a 29% da população total e 22% dos domicílios do país.
A exclusão social pode ser interpretada de uma forma mais abrangente, compreendendo fatores como: raça, gênero, idade, condição socioeconômica entre outros. No entanto, são excluídos socialmente todos aqueles que não tem condições econômicas de participação, seja na vida social como um todo, seja em algum de seus aspectos.